Se você abrir qualquer rede social hoje, vai perceber que as coisas mudaram muito nos últimos anos. Aquela época de influenciadores perfeitos, que pareciam viver em um comercial de TV o dia todo, ficou para trás. Em 2026, as pessoas estão mais espertas e não acreditam em qualquer propaganda.
Se você tem uma marca ou quer entender como as vendas acontecem hoje, aqui está o que você precisa saber sobre o “novo” marketing de influência.
O fim da perfeição (O “estilo vida real”)
Como hoje em dia é muito fácil criar fotos e vídeos perfeitos usando Inteligência Artificial, as pessoas começaram a sentir falta do que é humano. A tendência agora é o conteúdo que parece “de verdade”: um vídeo gravado no meio da rua, alguém falando de cara limpa ou mostrando que o produto também tem defeitos. O público cansou de filtros; eles querem ver gente como a gente.
O poder dos “pequenos” influenciadores
Antigamente, as marcas só queriam quem tinha milhões de seguidores. Hoje, elas preferem os microinfluenciadores (aqueles que têm entre 5 mil e 50 mil seguidores). Por quê? Porque eles conversam de verdade com quem os segue. É como receber a dica de um amigo em quem você confia, e não de um famoso que você sabe que foi pago para ler um roteiro. Em 2026, vale muito mais ter 100 pessoas que confiam em você do que 1 milhão que só te olham de longe.
A Inteligência Artificial ajuda, mas não faz tudo
A tecnologia está em todo lugar, mas ela serve para ajudar o criador de conteúdo a trabalhar mais rápido, não para substituir a personalidade dele. Os melhores influenciadores usam a tecnologia para entender do que o público gosta, mas na hora de gravar, o que vale é o carisma e a opinião sincera. As marcas agora usam robôs apenas para checar se o influenciador não está comprando seguidores ou mentindo sobre os números.
De “garoto propaganda” para “parceiro de verdade”
Sabe aquela propaganda chata que o influenciador faz uma vez e nunca mais fala do produto? Isso morreu. Em 2026, as marcas fazem parcerias longas. O influenciador usa o produto no dia a dia, mostra os resultados por meses e até ajuda a empresa a criar novos itens. Ele vira quase um sócio da marca. Se o público percebe que ele realmente usa o que vende, a venda acontece naturalmente.
Comprou, clicou, chegou
Hoje, as redes sociais são o novo shopping. Você está assistindo a um vídeo de alguém cozinhando e, com um clique na tela, já compra a panela que a pessoa está usando. O influenciador agora é um “vendedor em tempo real”. Ele tira dúvidas na hora e mostra como o produto funciona ao vivo.
Resumo da ópera
O marketing de influência em 2026 é sobre confiança. Não adianta ter a melhor tecnologia do mundo se as pessoas não acreditarem no que você diz. As marcas que estão ganhando dinheiro são aquelas que deixam os influenciadores falarem com liberdade e sinceridade.
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